Parábola dos Talentos


Eu não gosto de abordar religião em meus posts. Acho extremamente apelativo explorar a fé para vender ideologias políticas. Mas diante da enorme confusão que a esquerda vem fazendo ao usar a religião para seus fins políticos, me vejo obrigado a dar uma resposta à altura. Este artigo, portanto, não tem a pretensão de ser conclusivo, nem deve ser usado para impor o "capitalismo" através de argumentos religiosos, mas sim para defendê-lo dos ataques covardes dos que fazem isso para defender as ideologias contrárias a ele.

Jesus, que na óptica da teologia da libertação, era um revolucionário socialista, um profeta da distribuição de riquezas ou uma espécie de hippie que não gostava de trabalhar (mas foi carpinteiro durante a maior parte da sua vida), em suas próprias parábolas, costumava com frequência, se colocar no papel de um patrão, de um empregador e de um proprietário de bens de capital.

Uma curiosidade interessante que pode ser um argumento contra a teologia da libertação ou contra a crescente mentalidade esquerdizante dentro da igreja, é algo curioso que notei nos evangelhos: Vários dos personagens das parábolas de Jesus que, de acordo com a simbologia que elas propõem, parecem representar o próprio Deus Pai, Jesus Cristo, ou por vezes o Reino dos Céus, são homens ricos, patrões, empregadores e proprietários de capital.
Me recordo de pelo menos três exemplos disso: A parábola dos trabalhadores da vinha, a parábola dos talentos e a parábola do filho pródigo.



Em dezembro de 2012, Shinzo Abe foi eleito primeiro-ministro do Japão com a promessa de reanimar a economia japonesa, estagnada desde o estouro da bolha imobiliária em 1990. Além da estagnação, a economia japonesa sente o peso de uma dívida pública de 226% do PIB, a maior do mundo. A receita do primeiro-ministro nipônico, que ficou conhecida como "As três flechas", consistiam em: Intensa expansão monetária, aumento dos gastos públicos, aumento de impostos e "reformas estruturais" (Até agora, poucas destas reformas foram anunciadas e menos ainda foram postas em prática).

Apesar de ser considerado um político de direita, nenhum liberal no ocidental via com bons olhos estas políticas. E é inegável que as promessas de Shinzo Abe foram cumpridas: Ao longo de 2013, o Banco Central do Japão aumentou suas compras de títulos da dívida pública em 60%, ou seja, em 50 bilhões de euros (algo equivalente a todo o gasto público anual da Espanha).  Adicionalmente, para 2014, está prevista a compra de outros 50 bilhões, desta maneira duplicando a base monetária japonesa em relação ao nível vigente em 2012.




A esquerda narra a vitória de Evo Morales nas eleições de 2005, como se esta fosse a primeira vez que o povo, como sempre personificado pela esquerda, alcançasse o poder neste, que é o país mais pobre da América do Sul, depois de uma longa história de domínio da direita, das elites e do imperialismo norte-americano.

Mas como muitas outras histórias contadas pela esquerda, esta também não é verdade. A Bolívia teve uma revolução socialista já em 1952 e uma sucessão de governos intervencionistas e populistas que começou muito antes disso e nunca chegou a ser interrompida de fato. Mas isso seu professor de história marxista não te contou.

Durante anos, a esquerda se aproveitou da ignorância histórica das pessoas para vender a ideia de que a culpa por toda a miséria, atraso e subdesenvolvimento no mundo é do capitalismo e que, todo e qualquer país que não teve um "República Popular" no começo do nome ou sua bandeira alterada para algum tom de vermelho com algum símbolo socialista estampado nela, era automaticamente, capitalista de livre mercado, adepto do laissez-faire.
Mas não poderão mais se aproveitar desta ignorância histórica, pois aqui estamos para contar a história que seu professor marxista não te contou.


Logo que caiu o avião malaio no leste da Ucrânia, mesmo sem evidência nenhuma, a esquerda e os teóricos da conspiração acusaram o governo da Ucrânia em conluio com os Estados Unidos de serem os responsáveis pelo desastre.
Não se pode esperar outra coisa de quem não consegue ver o mundo fora das lentes de suas ideologias falidas.

Novos fatos porém, mostram que os papagaios do anti-americanismo estavam errados mais uma vez.



Hobbes dizia que o homem é lobo do próprio homem.
Atualmente, o discurso politicamente correto e progressista tem trocado esta máxima por outras como: O branco é lobo do negro, o homem (gênero masculino) é lobo da mulher, o israelense é lobo do palestino, etc.

O problema começa quando este discurso busca um embasamento histórico. 
E o que é pior: O que aprendemos na escola não é história, não a verdadeira história com todas as suas nuances e complexidades. O que aprendemos na escola é nada mais que este embasamento histórico para este ponto de vista. Nada mais do que isso.

Aprendemos que os portugueses roubaram o Brasil dos índios, que os brancos escravizaram os negros, que os japoneses invadiram a Coréia, que os europeus colonizaram a África, que durante milênios, as mulheres não tiveram os mesmos direitos  que os homens, etc.
Isso tudo é mentira? Óbvio que não! Isso tudo é justificável? Óbvio que não!
Mas o que está errado então em ensinar isso para as crianças? É a história não é?






Por que denunciar os males do comunismo em pleno século XXI? Será que isso não é "chutar cachorro morto"? Será que não é coisa de macartista, de saudosista da guerra fria?
O comunismo ainda é uma ameaça? Se não é, por que então gastar tantas energias para denunciá-lo?

Abaixo enumerei 6 motivos pelos quais ainda hoje é de extrema importância, continuar denunciando os males do comunismo exaustivamente:



O blog oficial do planalto e o site Portal Brasil, também ligado ao governo, divulgaram uma notícia com a seguinte chamada: "Brasil é um dos países que mais cresceram no mundo em 2013".


1. O comunismo falhou miseravelmente




Estima-se que os regimes comunistas tenham matado pelo menos 100 milhões de pessoas em todo mundo, ao longo do século XX. É o que conta, por exemplo, o polêmico Livro Negro do Comunismo. O número pode até ser contestado, mas tentar minimizar a enorme tragédia humana que representaram os regimes comunistas é puro revisionismo. Crimes de tamanhas proporções deixam rastros visíveis demais para serem negados.

Este número inclui não só os mortos pela repressão política totalitária, aspecto que muitos na esquerda dita "moderada" admitem, mas inclui também os mortos em consequência de políticas econômicas desastrosas, tais como os confiscos que resultaram na fome russa de 1921 e no Holodomor ou a coletivização forçada do campo, implementada por Mao Tse Tung que resultou na Grande Fome Chinesa, que por sua vez matou cerca de 45 milhões de pessoas. (Veja o documentário sobre A Fome Chinesa que publicamos em nosso canal)