Brasil estava melhor no Ranking de Qualidade de Vida em 2002 do que em 2013




Esta é uma das muitas "conquistas" do PT: Fazer o Brasil perder posições no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), o principal e mais respeitado índice que mede qualidade de vida feito pela PNUD, uma instituição ligada às Nações Unidas.
Este índice leva em conta três fatores principais: Renda, Educação e Expectativa de Vida.

Em 2002, último ano do governo Fernando Henrique, o Brasil estava na posição 73 dentre 173 países. Em 2013, depois de 10 anos de governo do PT e último ano em que foi divulgado o índice, o Brasil havia caído para a posição 85 entre 186 países. 

No total o Brasil caiu 12 posições, mas como 7 países que hoje estão acima do Brasil no ranking, não estavam nele em 2002 (são eles: Liechtenstein, Andorra, Montenegro, Palau, Granada, Servia e Bósnia e Herzegovina), podemos dizer que o Brasil caiu 5 posições se considerados somente os países que estão no ranking desde 2002.

Isso prova que o Brasil estava melhor em termos de qualidade de vida, em comparação com o resto do mundo, em 2002 do que em 2013.

Ranking do IDH de 2002 (ver pág. 53)
Ranking do IDH de 2013 (ver pág. 157)

9 comentários:

  1. Cara, queria te recomendar um curso de inglês. É grátis e pela internet, chama Duolingo. Depois procura aí. Falar que o Brasil caiu posições no IDH analisando o Gender Inequality Index, ou seja, o índice de desigualdade entre gêneros, mostra que você não sabe inglês. Ou então é só mais um desonesto de internet.

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    1. Ahn? Onde você leu Gender Inequality Index? Ele mostra IDH (Ou HDI) nos índices, você se confundiu

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  2. Caso este blog fosse esquerdista não faria a observação de que países a frente do Brasil ingressaram depois no ranking.
    Honestidade intelectual é isso. Parabéns!

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  3. O IDH do Brasil subiu, na verdade. Posição no ranking não significa nada, em termos absolutos.

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  4. O IDH do Brasil subiu, na verdade. Posição no ranking não significa nada, em termos absolutos.

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    1. Perda de posições no ranking realmente não significa redução na qualidade de vida. Porém, se considerarmos que as estatísticas realizadas pela PNUD confiáveis e, considerando também, as alterações na metodologia utilizada, significa que o crescimento da qualidade de vida no Brasil não foi correspondente ao restante do mundo, ou pelo menos aos países com IDH semelhantes.

      Em números absolutos o IDH do Brasil cresceu. O problema é que o governo petista vem sido responsabilizado pelo crescimento que, na realidade, ocorreu em diversos países, como o Chile e os BRICS, por diversos fatores.

      Esta página reuniu alguns dados que facilitam a observação: http://governobrasil.blogspot.com.br/

      Muito obrigado.

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    2. Durante o governo petista, o Brasil não acompanhou o crescimento da qualidade de vida(IDH) mundial, embora teve um progresso econômico, não houve uma melhora significativa no IDH e isso é fato. Como o amigo acima citou, o crescimento econômico que tivemos nada teve a ver com a política econômica do governo petista, quando na verdade foram fatores externos que fizeram o Brasil crescer durante a gestão petista. Tendo isso em mente, Lula usou os bancos para estimular ainda mais a economia, gerando crédito barato para a sociedade comprar carros,motos,casas e etc. Através desse crédito barato, as pessoas compraram bens materiais pagando míseros trocados como R$80,00 através da Minha Casa Minha Vida. Diante desse fator, o mercado imobiliário cresceu de um modo muito rápido e isso foi estimulando o setor industrial como as siderúrgicas e metalúrgicas e consecutivamente a extração de minérios e petróleo. Como pode ver, todos os setores(primário, secundário e terciário) foi amplamente influenciado pelo crédito fácil e que um dia teríamos que pagar a conta e parece que chegou. Pessoas que perderam seus empregos não conseguem pagar uma conta R$80,00 gerando inadimplência para quase 80 milhões de brasileiros.

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  5. Os indicadores e a metodologia usados a partir de 2009 foram alterados em relação aos dos anos anteriores. Por conta dessas diferenças metodológicas, o IDH não pode ser comparado aos divulgados em anos anteriores (à 2009). Fonte: PNUD (responsável pelo cálculo do IDH)

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  6. Ainda assim, o próprio PNUD recalculou os valores do IDH para alguns anos anteriores a 2009, com base na Nova Metodologia, e para o Brasil, o comparativo ficou o seguinte:

    * O relatório PNUD/IDH de 2002, referenciava os dados sócio-econômicos do ano 2000

    IDH 2002 = 0,757 (Antiga metodologia, anterior a 2009) - pg.150
    IDH 2002 = 0,683 (Nova metodologia) - pg.213.

    Ou seja, utilizando a Nova Metodologia (após 2009), o valor corrigido do IDH de 2002 se fosse usar para comparação, seria: 0,683. Bem abaixo do 0,757.

    Além disso, após 2005, segundo o PNUD/IDH, o Brasil passou a fazer parte do grupo de países com IDH de Alto Desenvolvimento Humano e ainda permanece dentro desse grupo no IDH 2015. Com o IDH de 2002 (tanto o valor original, quanto o recalculado), o país se encontrava na faixa de países com IDH de Médio Desenvolvimento Humano, Embora uma comparação DIRETA de valores de índices não seja recomendável, mas é possível como indicador de tendências (segundo o PNUD), a melhoria relativa e ascensão para o grupo dos países com Alto IDH demonstra melhoria em indicadores sócio-econômicos relacionados diretamente à Aumento de Renda e Inclusão Escolar.

    OBS.: Se não fosse os erros do Governo na condução da Economia, mais a Crise Política com repercussão econômica agravada pela sanha de muitos "Líderes da Oposição", a Crise poderia estar mais suave e o IDH poderia estar ainda melhor para todos.

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