Parábola dos Talentos


Eu não gosto de abordar religião em meus posts. Acho extremamente apelativo explorar a fé para vender ideologias políticas. Mas diante da enorme confusão que a esquerda vem fazendo ao usar a religião para seus fins políticos, me vejo obrigado a dar uma resposta à altura. Este artigo, portanto, não tem a pretensão de ser conclusivo, nem deve ser usado para impor o "capitalismo" através de argumentos religiosos, mas sim para defendê-lo dos ataques covardes dos que fazem isso para defender as ideologias contrárias a ele.

Jesus, que na óptica da teologia da libertação, era um revolucionário socialista, um profeta da distribuição de riquezas ou uma espécie de hippie que não gostava de trabalhar (mas foi carpinteiro durante a maior parte da sua vida), em suas próprias parábolas, costumava com frequência, se colocar no papel de um patrão, de um empregador e de um proprietário de bens de capital.

Uma curiosidade interessante que pode ser um argumento contra a teologia da libertação ou contra a crescente mentalidade esquerdizante dentro da igreja, é algo curioso que notei nos evangelhos: Vários dos personagens das parábolas de Jesus que, de acordo com a simbologia que elas propõem, parecem representar o próprio Deus Pai, Jesus Cristo, ou por vezes o Reino dos Céus, são homens ricos, patrões, empregadores e proprietários de capital.
Me recordo de pelo menos três exemplos disso: A parábola dos trabalhadores da vinha, a parábola dos talentos e a parábola do filho pródigo.