Enquanto a esquerda alardeia sobre desigualdade, o mundo assiste à redução da fome

Em 2011, o Occupy Wall Street gritava palavras de ordem contra a desigualdade e em 2013, Thomas Piketty dizia aquilo que a esquerda mundial estava há décadas carente de ouvir: Que a desigualdade no mundo estava aumentando.

Não importa quantas vezes tentemos explicar que mais desigualdade não implica em mais pobreza, a esquerda sempre vai trazer dados referentes à desigualdade para tentar desmerecer qualquer progresso obtido dentro do capitalismo.

Mas independente desta crescente porém irracional obsessão com a desigualdade, uma boa notícia surge para trazer esperança ao mundo: O número de pessoas que passam fome no mundo caiu 25% em 25 anos.

É o que conta o relatório sobre a Insegurança Alimentar no Mundo (SOFI 2015), publicado no ultimo dia 27, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Nele se afirma que “há quase 795 milhões de pessoas subalimentadas no mundo, ou seja, 167 milhões a menos que na década passada e 216 milhões a menos que em 1990-92”.
A FAO, com sede em Roma, destaca que mais da metade dos países em desenvolvimento (72 de 129) alcançaram a Meta do Milênio de reduzir à metade a fome entre os anos 2000 e 2015.

Essa redução coincide com o período em que o mundo assistiu à uma verdadeira onda “neoliberal”. Desde o começo dos anos 80 e principalmente durante os anos 90, houve uma radical liberalização de várias economias em todo mundo. O comunismo caiu, a China se abriu, os países desenvolvidos elegeram líderes reformistas mais simpáticos à economia de mercado e reformas liberais foram implementadas em muitos países de terceiro mundo. Não há dúvidas de que o mundo hoje é mais rico, próspero e livre do que era há 25 ou 30 anos, embora muito ainda tenha que ser feito.

Fonte:
Exame: Número de pessoas quem passam fome cai 25% em 25 anos

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *